Amsterdam

Provavalmente a utopia que deu certo. Depois de 3 dias em Amsterdam, fica claro que um mundo de respeito ao próximo, liberdade (mesmo que controlada em termos) e diversidade é possível.

Os europeus são frios e caretas, perto dos latinos e africanos? Verdade, mas o povo holandês fica fora dessa regra – o consumo de erva é respeitado e quem consome também respeita o próximo. Heterossexualismo e homossexualismo convivem bem nos coffee shops. Os carros esperam os trams nas ruas, e os trams esperam as bicicletas – tantas bicicletas que o motorista de carro se envergonha. E ao turista que não consegue identificar no mapa a rua buscada (tão difícil de ser encontrada com nomes como Amstelveenseweg) surge o povo holandês se prontificando a ajudar – sem mesmo ser solicitado!

E sortudos os que vivem na capital da diversidade: shows de Lee Perry, Alborosie, Barrington Levy e outras estrelas do reggae são comuns. Talvez em uma terra onde as coisas funcionam de maneira correta, Lee Perry não dê o cano, como já fez no Brasil.

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