Games

Tropico

“Cuba é o paraíso dos pobres, o purgatório da classe média, e o inferno dos ricos”, mas quem decide isso é você em Tropico – A Ilha do Paraíso. Diretamente de seu Palácio Presidencial, pilote a ilha caribenha como um dos comandantes disponíveis (tem tipos desde Che e Fidel até Perón e Pinochet) mas conquiste a satisfação do povo para manter-se no poder. Se não agradar os comunistas, capitalistas, intelectuais, militares, religiosos e ambientalistas locais, eles não votarão em você – e, se for preciso, começarão até um golpe para tomar o poder (nada que um suborno geral ou manipulação nos resultados das eleições não resolvam). Na versão Ilha do Paraíso do jogo, tem até cenários “verdes”, onde o objetivo é trazer ecoturistas para desfrutar das belezas de uma ilha preservada. Grau de adicção – alto, há relatos de jogadores que tiveram que se sabotar, a ponto de esconderem o cd do jogo. Juro.

Grand Theft Auto IV

Se tiver alguém a fim de me dar um Playstation 3 vou ser eternamente grato, porque jogarei o que pode vir a ser o jogo de maior sucesso na história dos games. GTA IV vai recriar Liberty City (cidade onde se passou GTA III) na nova e monstruosa plataforma da Sony que permite criar detalhes extremamente realistas nos ambientes dos jogos. Os trailers assustam, apesar de que as “cenas filminho” que costumam aparecer nos trailes não são o jogo em si (mas os poucos que já viram o jogo rolando escreveram muito bem sobre a interatividade e o visual). Mesmo que o IV seja só mais uma versão da série pra um novo estágio dos consoles, vai receber como legado a imensa popularidade das versões anteriores, que já passaram por Miami nos anos 80 em Vice City e na Califórnia nos anos 90 em San Andreas – além, é claro, de Nova York (Liberty City) em GTA III – título que popularizou a série. Lança no Play 3 ainda em 2008 (depois de ter sido adiado por mais de uma vez), e no PC só Deus sabe quando. Grau de adicção – alto.”Cinquenta milhões de fãs não podem estar enganados.” Chuck Nolan, em “Náufrago”.

Mestre Zen Shia Xo Nau adverte:
“Videogames, como toda e qualquer atividade em excesso, é prejudicial à saúde. Causa dependência, isolamento e distorção da realidade. O uso contínuo é desaconselhado, mas a total abstinência também não é a solução. A interatividade virtual faz parte de nosso dia-a-dia, e negá-la requer muito preparo. O caminho do meio é recomendado. Chineses e coreanos morrem em lan houses e gerações inteiras de adolescentes crescem diante de videogames e computadores, desperdiçando a juventude ao vivenciar situações virtuais que pouco influenciam no mundo real (não me venha com “tem nego fazendo fortuna real no Second Life”). Desplugue-se e vá viver.”

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1 Comentário »

  1. […] que poderia explicar a quantidade enorme de asiáticos morrendo em lan houses. Postado em Sem-categoria. Etiquetas: […]

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